SUAVIDADE - POESIAS POEMAS E OUTROS.
Este blog tem por finalidade, apresentar Poesias, Poemas e outros artigos interessantes, do próprio autor e de outros.
sexta-feira, 17 de agosto de 2018
terça-feira, 21 de março de 2017
O destino de cada um
Nosso destino é como uma estrada
Com retas longas, subidas e descidas
Umas suaves e outras pesadas
Com curvas abertas e curvas fechadas!
Em todas subidas suaves e curvas abertas
Atravessamos tranquilamente,
Até com altivez!
Conforme percorremos a longa estrada,
Vamos ficando cansados...
Nas subidas ingrimes e curvas fechadas
Já seguimos com receio, medo e as vezes pavor
Percorremos uma grande jornada nessa estrada
Chegamos àquela grande descida então,
Corremos como corre os anos na nossa velhice
Não tem como frear
A descida aumenta
E junto, também a velocidade
Lá no final tudo se acaba.
Como a estrada que chega ao fim
Nosso destino também chega
Fica então as lembranças
Para quem ainda não chegou ao final da estrada
Já não somos mais presente nem futuro
Somos somente passado
primeiroamigo
Nosso destino é como uma estrada
Com retas longas, subidas e descidas
Umas suaves e outras pesadas
Com curvas abertas e curvas fechadas!
Em todas subidas suaves e curvas abertas
Atravessamos tranquilamente,
Até com altivez!
Conforme percorremos a longa estrada,
Vamos ficando cansados...
Nas subidas ingrimes e curvas fechadas
Já seguimos com receio, medo e as vezes pavor
Percorremos uma grande jornada nessa estrada
Chegamos àquela grande descida então,
Corremos como corre os anos na nossa velhice
Não tem como frear
A descida aumenta
E junto, também a velocidade
Lá no final tudo se acaba.
Como a estrada que chega ao fim
Nosso destino também chega
Fica então as lembranças
Para quem ainda não chegou ao final da estrada
Já não somos mais presente nem futuro
Somos somente passado
primeiroamigo
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Sonhar o Passado.
Tenho comigo que o passado é pra ser lembrado.
Mesmo os momentos de dor e tristeza
Alguns dizem que recordá-los é sofrer duas vezes
Que devemos seguir em frente!
Eu sei! Como sei!
Diz isso aos meus sonhos!
Mesmo os momentos de dor e tristeza
Alguns dizem que recordá-los é sofrer duas vezes
Que devemos seguir em frente!
Eu sei! Como sei!
Diz isso aos meus sonhos!
domingo, 4 de agosto de 2013
Sobressalto
Eu te vejo!
Então, te abraço,
Com todo desvelo!
Acordo sobressaltado!
Ah! Foi sonho?
Ou foi pesadelo?
primeiroamigo
Então, te abraço,
Com todo desvelo!
Acordo sobressaltado!
Ah! Foi sonho?
Ou foi pesadelo?
primeiroamigo
terça-feira, 22 de maio de 2012
Máquinas Humanas
Somos máquinas.
Máquinas humanas
Que vivemos perambulando no meio da multidão!
Cabisbaixos, tristes!
Pensamentos perdidos
Num mundo de preocupação e desesperança,
Procurando soluções, as vezes insolucionáveis.
Martirizando nossos corpos de homens...
E de animais racionais.
Vivemos por aí,
Nas grandes avenidas das grandes cidades.
Passando uns pelos outros sem nos notar.
Andamos como robôs, controlados,
Ligados a um computador!
De cabeça baixa,
Cheia de problemas e à beira do stres total.
Não percebemos que a qualquer momento...
Num pane geral, caímos ao chão,
Nos desligando afinal!
Somos máquinas.
Máquinas humanas
Que vivemos perambulando no meio da multidão!
Cabisbaixos, tristes!
Pensamentos perdidos
Num mundo de preocupação e desesperança,
Procurando soluções, as vezes insolucionáveis.
Martirizando nossos corpos de homens...
E de animais racionais.
Vivemos por aí,
Nas grandes avenidas das grandes cidades.
Passando uns pelos outros sem nos notar.
Andamos como robôs, controlados,
Ligados a um computador!
De cabeça baixa,
Cheia de problemas e à beira do stres total.
Não percebemos que a qualquer momento...
Num pane geral, caímos ao chão,
Nos desligando afinal!
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Eu
Sou um rei sem o seu trono
Um súdito que ficou no abandono!
Sou folhas caídas no outono
De um triste jardim que perdeu o seu dono!
Sou o que sou
Não sou o que você queria!
Vivo nas noites, na boemia
Mas morro quando me recolho, todos os dias!
Vivo cada momento
Como o último que tenho!
O tempo que passou é meu
O minuto seguinte não, só pertence a Deus!
domingo, 4 de dezembro de 2011
Escritos de Saudade
Um mar
Não um mar de poesias.
Mas um mar de lagrimas
De sentimentos loucos
De espera em vão
De saudade, de devoção!
Um mar
Não um mar de poesias.
Mas um mar de tristeza
De caminhos incertos
De belezas rotas
E feridas abertas!
Um mar
Não um mar de poesias.
Mas um mar de espera infinda
De soluços sufocados
Pela certeza da distância
Que os longos anos nos trouxe!
Queria eu
Declamar o mar,
A poesia que nele existe.
Declamar a felicidade e a alegria
O amor presente,
No lindo sorriso da mulher amada!
Queria eu
Declamar o mar
O explendoroso sol poente
Nas quentes tardes de verão!
E, embalado pelo som das águas,
Sentir a brisa fresca que ele trás!
Queria eu
Declamar a pintura que se forma no céu
E os raios dourados refletidos n’água
E entre essa majestosa pintura
Visualizar a amada surgindo ao longe
De braços abertos para mim!
Queria eu
Declamar a sua presença
E sentir suas mãos me envolver o pescoço
E calmamente pousar a cabeça em seu peito
Para sentir o pulsar de seu sangue fervente
Ritmado por seu coração acelerado!
Queria eu
Declamar você
Mas não posso, e sabe por quê?
Estamos em outro tempo e nosso tempo passou
Passou como tudo passa na vida
E o tempo não volta!
Um tempo...
Um passado
Um passo mal dado
Milhões de arrependimentos!
Elo interrompido
Muita tristeza e...
Muita saudade!!!
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