Sou um rei sem o seu trono
Um súdito que ficou no abandono!
Sou folhas caídas no outono
De um triste jardim que perdeu o seu dono!
Sou o que sou
Não sou o que você queria!
Vivo nas noites, na boemia
Mas morro quando me recolho, todos os dias!
Vivo cada momento
Como o último que tenho!
O tempo que passou é meu
O minuto seguinte não, só pertence a Deus!
