terça-feira, 22 de maio de 2012

Máquinas Humanas

Somos máquinas.
Máquinas humanas
Que vivemos perambulando no meio da multidão!
Cabisbaixos, tristes!
Pensamentos perdidos 
Num mundo de preocupação e desesperança,
Procurando soluções, as vezes insolucionáveis.
Martirizando nossos corpos de homens...
E de animais racionais.
Vivemos por aí,
Nas grandes avenidas das grandes cidades.
Passando uns pelos outros sem nos notar.
Andamos como robôs, controlados,
Ligados a um computador!
De cabeça baixa, 
Cheia de problemas e à beira do stres total.
Não percebemos  que a qualquer momento...
Num pane geral, caímos ao chão,
Nos desligando afinal!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Eu


Sou um rei sem o seu trono
Um súdito que ficou no abandono!
Sou folhas caídas no outono
De um triste jardim que perdeu o seu dono!

Sou o que sou
Não sou o que você queria!
Vivo nas noites, na boemia
Mas morro quando me recolho, todos os dias!

Vivo cada momento
Como o último que tenho!
O tempo que passou é meu
O minuto seguinte não, só pertence a Deus!