Máquinas Humanas
Somos máquinas.
Máquinas humanas
Que vivemos perambulando no meio da multidão!
Cabisbaixos, tristes!
Pensamentos perdidos
Num mundo de preocupação e desesperança,
Procurando soluções, as vezes insolucionáveis.
Martirizando nossos corpos de homens...
E de animais racionais.
Vivemos por aí,
Nas grandes avenidas das grandes cidades.
Passando uns pelos outros sem nos notar.
Andamos como robôs, controlados,
Ligados a um computador!
De cabeça baixa,
Cheia de problemas e à beira do stres total.
Não percebemos que a qualquer momento...
Num pane geral, caímos ao chão,
Nos desligando afinal!
Este blog tem por finalidade, apresentar Poesias, Poemas e outros artigos interessantes, do próprio autor e de outros.
terça-feira, 22 de maio de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Eu
Sou um rei sem o seu trono
Um súdito que ficou no abandono!
Sou folhas caídas no outono
De um triste jardim que perdeu o seu dono!
Sou o que sou
Não sou o que você queria!
Vivo nas noites, na boemia
Mas morro quando me recolho, todos os dias!
Vivo cada momento
Como o último que tenho!
O tempo que passou é meu
O minuto seguinte não, só pertence a Deus!
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