
Lancei ao vento a promessa,
De um dia te esquecer!
O vento passou depressa,
Tão depressa que a promessa ficou...
Entalada na garganta.
Pedi ao sol para secar,
Os meus olhos marejados!
Ele se escondeu entre nuvens e,
A chuva caiu,
Se misturando com as lágrimas!
Supliquei ao mundo,
Para que a morte viesse!
As súplicas se perderam ao vento,
E eu, continuo vivo,
Te lembrando e sofrendo!
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